Perto de encerrar seu mandato, a popularidade do presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, atingiu os 80%, índice recorde no país.Segundo a agência Ansa, um levantamento da consultoria Factum apontou que o mandatário uruguaio tem o apoio de 96% dos eleitores que costumam votar na Frente Ampla, coalizão de centro-esquerda que Vázquez faz parte.
Além disso, o atual presidente é bem visto por 63% dos eleitores tradicionais dos partidos Nacional e Colorado.
A sondagem também apontou que 80% dos uruguaios avaliam Tabaré Vázquez positivamente.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
O governo Tabaré Vázquez não irá estatizar os fundos de pensão privados do país como fez a presidente da Argentina, Cristina Kirchner. O anúncio foi feito pelo ministro da Economia do Uruguai, Álvaro García. Segundo a agência Ansa, ele acalmou os executivos das Afap (Administradoras dos Fundos de Investimentos da Previdência) dizendo que seu país não seguirá os passos da Argentina. Segundo o ministro do Trabalho, Roberto Baz, ao contrário da Argentina , o regime de previdência em seu país é misto e não exclusivamente privado. Desde o início de setembro, as Afap registraram perdas de US$ 627 milhões. (Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, afirmou que seu governo atuará com “sensatez e responsabilidade” frente à crise financeira internacional. Segundo a agência Ansa, ele pediu a seu gabinete uma ofensiva maior diante dos prognósticos catastróficos da oposição.“O Uruguai está bem e preparado para enfrentar a crise”, afirmou. Vázquez também disse que não planeja a aplicação de um ajuste fiscal. A reação do chefe de Estado uruguaio ocorreu depois que a oposição – liderada pelos partidos Blanco e Colorado – lembrou que o país será afetado pelas turbulências internacionais.
Como conseqüência, Tabaré Vázquez entende que seus ministros devem explicar a situação à população com “realismo, mas sem hesitação”.
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A imprensa uruguaia relatou que os negócios públicos e privados começam a sentir os efeitos da crise financeira internacional, apresentando queda na demanda e encarecimento do crédito, segundo informações da agência Ansa. De acordo com o jornal “El País”, dados da Inac (Instituto Nacional de Carnes) indicam que o preço médio por tonelada da carne bovina vendida ao exterior caiu de 28,6% para 18,6%. Fernando Pérez Abella, vice-presidente da Inac, disse que há uma “incerteza muito grande do ponto de vista financeiro”. (Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)