Archive for the ‘Equador’ Category
Wednesday, July 21st, 2010
O chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, reiterou o desejo de Rafael Correa em estar presente na cerimônia de posse do presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, que assumirá o governo no próximo dia 7.
Patiño disse que a chancelaria espera apenas um convite pessoal ao mandatário. Até o momento, o Ministério das Relações Exteriores do Equador recebeu uma circular padrão, que foi enviada a todos os chefes de Estado e de Governo.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Tuesday, September 1st, 2009
A região continua correndo perigo devido à cessão de sete bases colombianas a oficiais dos EUA, afirmou o presidente do Equador, Rafael Correa.Segundo a agência Ansa, em seu programa semanal de rádio e televisão, o mandatário falou sobre os resultados da cúpula de chefes de Estado da União das Nações Sul-Americanas (Unasul).
O mandatário equatoriano se mostrou satisfeito com os resultados, embora continue desconfiado quanto aos objetivos e ao alcance do pacto bilateral.
De acordo com Correa, ninguém poderá assegurar que Bogotá vá mesmo manter o controle das instalações.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Tuesday, July 28th, 2009
O Banco do Sul, integrado por sete países sul-americanos, entrará em operação em 2010, afirmou na última sexta-feira (24) o ministro coordenador da Política Econômica do Equador, Diego Borja. Segundo a agência Efe, ele disse também, durante a Cúpula do Mercosul em Assunção, que avançou em todos os processos para sua constituição de forma responsável.Em maio, Brasil, Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela firmaram o acordo definitivo para inaugurar o Banco do Sul, com um capital inicial de US$ 7 bilhões – dos quais Brasil, Argentina e Venezuela fornecerão US$ 2 bilhões, cada um. “Superamos os empecilhos, já definimos um esquema de votação, de modo que acho que saiu de uma estagnação, que certamente houve, e que agora já vai entrar em operação”, ressaltou o ministro.
Borja informou ainda que os investimentos na entidade regional serão feitos em um prazo de dez anos, de acordo com o tamanho das economias de cada um dos parceiros. Equador e Uruguai investirão US$ 400 milhões cada um e os US$ 200 milhões restantes serão desembolsados igualmente pela Bolívia e pelo Paraguai.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Thursday, January 29th, 2009
O subsecretário de Defesa do Equador, Miguel Carvajal, confirmou que assumirá o Ministério Coordenador de Segurança Interna e Externa do país. De acordo com ele, sua principal preocupação será a “guerra” na Colômbia.Segundo a agência Ansa, em entrevista concedida á rádio Democracia, ele afirmou que “existe uma guerra muito complicada na Colômbia, com forças regulares e forças irregulares, que além de tudo não têm limites claros”, afirmou.
Como exemplo disso, ele citou as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
No entendimento de Carvajal, a guerrilha não pode ser mais considerada uma organização político-militar com ideologia definida.
O novo ministro assumirá o cargo que era ocupado por Gustavo Larrea, que renunciou para concorrer a uma vaga na Assembléia Nacional nas eleições gerais de abril.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Sunday, January 25th, 2009
O chanceler da Colômbia, Jaime Bermúdez, lamentou a decisão do Equador de endurecer os requisitos para a entrada de colombianos no país.“É uma decisão soberana de um país, porém lamentamos. Nos preocupa que haja um tratamento discriminatório”, declarou.
De acordo com Bermúdez, “os colombianos no Equador são uma comunidade trabalhadora, decente e, como em muitos outros lugares, ajudam no progresso e desenvolvimento do país”.
A reação do chanceler colombiano ocorreu depois que o ministro do Interior do Equador, Fernando Bustamante, anunciou que será exigido um certificado dos antecedentes judiciais dos colombianos para eles poderem ingressar no país.
As relações diplomáticas entre Colômbia e Equador estão deterioradas desde março do ano passado, depois que o exército colombiano realizou uma incursão militar em território equatoriano contra um acampamento das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Thursday, January 15th, 2009
O Presidente Rafael Correa completa dois anos no poder com bastante a comemorar. Sua aprovação popular supera os 70%, sendo assim a mais alta de um Presidente equatoriano desde 1978.
Sua forma de governar não e muito diferente da de muitos presidentes populistas latino-americanos. Naturalmente houve avanços positivos para segmentos da sociedade, mas por outro lado, a grande maioria de suas promessas, entituladas de “Revolução Cidadã”, não passam de retórica.
Sua política domestica consiste em colocar temas polêmicos, onde a oposição se coloca fortemente contra, nas mãos da população. Por meio de referendos e sem oferecer possibilidades de dialogo, sua versão dos fatos são as aceitas pela população. Centralizador de poder e informação, sua popularidade de 70% não e dividida com seu gabinete, onde seus principais ministros possuem uma popularidade que não passa dos 39%.
Seu grande trunfo político foi a aprovação da nova Constituição do pais. Desenhada por ele próprio, a Constituição prevê um referendo de continuidade no dia 26 de abril, similar ao que ocorreu com Evo Morales na Bolívia.
Na política externa, Correa se mostrou de características confrontadoras. Com a Colômbia, por exemplo, Correa ameaçou entrar em guerra com o vizinho apos uma ação do Exercito Colombiano que destruiu um acampamento das FARC no lado equatoriano da fronteira. Nesse ataque, Raul Reyes, numero 2 das FARC foi morto.
Com o Brasil, Correa também comprou briga. Alegando irregularidades na divida de seu pais com o BNDES, Correa deixou claro que daria o calote. O mesmo esta sendo feito contra o Banco Mundial. Para Correa, muitas de suas dividas são consideradas ilegítimas.
Por sua centralização excessiva de poder, Correa vem encontrando dificuldades em se relacionar com grupos organizados. Apesar de aderirem a sua “revolução”, a Confederação de Nacionalidades Indígenas e a Frente Unitária de Trabalhadores, mostram-se descontentes com a falta de dialogo com o presidente. Esses consideram que varias ações de interesse deles foram decididas por Correa sem consulta.
Saturday, January 10th, 2009
O ministro de Minas e Petróleo, Derlis Palacios, declarou ontem, em comunicado à emissora de televisão Teleamazonas, que o Equador confirmou a decisão de suspender toda a produção da petrolífera italiana Agip no país, como forma de se adequar ao corte determinado pela Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), em uma tentativa de forçar a recuperação dos preços da matéria-prima.De acordo com a agência Ansa, ele afirmou também que com a queda no preço do petróleo bruto – principal item de exportação da economia equatoriana – é preferível deixar de explorar o campo por causa dos custos da operação. A expectativa do Equador é que, dentro de no máximo 15 dias, ocorra o corte na produção. O país precisa reduzir em em 40 mil barris sua produção diária de petróleo de modo a se adequar à resolução da Opep. Hoje, essa produção chega a 500 mil barris.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Tuesday, November 11th, 2008
O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou que não prevê mudanças significativas na relação do governo dos EUA com a América Latina.Segundo a agência Efe, ele disse que ficou feliz com a vitória de Barack Obama, mas “não acredita que a política externa norte-americana mude muito”.
Como as prioridades dos EUA estarão ligadas a questões econômicas, guerra no Iraque e Afeganistão e os problemas no Oriente Médio, Correa deve utilizar o argumento de “manutenção” da atual política externa do governo Bush para justificar sua oposição a Washignton.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Thursday, October 16th, 2008
A dívida do Equador com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ultrapassa os US$ 460 milhões. O valor foi revelado depois de uma auditoria realizada pela Secretária Nacional Anti-Corrupção do Equador, segundo o jornal equatoriano “Hoy”.Em reportagem realizada com base em informações do governo locao, é contestado o pagamento de US$ 13,6 milhões à construtora brasileira Norberto Odebrecht. Como conseqüência deste cenário de incertezas, o Brasil tem elevado a tom contra o Equador. Existe o temor que o empréstimo concedido pelo BNDES não seja pago, principalmente se levarmos em conta a postura nacionaista do presidente do Equador, Rafael Correa.
Não é por acaso que o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, diz que as relações comerciais entre os dois países estão ameaçadas.
Caso haja o calote, será exigida uma resposta por parte do governo brasileiro. No Congresso Nacional, senadores da oposição vêm cobrando uma postura mais agressiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
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Thiago de Aragão Posted in
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