Archive for the ‘Barack Obama e a America Latina’ Category
Wednesday, July 21st, 2010
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu ao seu colega norte-americano, Barack Obama, a extradição do dono do Banco Federal, Nelson Mezerhane, que também é acionista da emissora Globovisión.
Segundo a agência Efe, pesa sobre o banqueiro um mandado de prisão internacional por causa de uma intervenção do Estado no Banco Federal em 14 de junho passado por problemas de liquidez.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Tuesday, September 22nd, 2009
A manifestação do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, de que seu país e os EUA devem promover o progresso e a democracia em outros países do continente pode indicar que a decisão do governo brasileiro em dar asilo para o presidente deposto Manuel Zelaya, na sua embaixada em Tegucigalpa, conta com respaldo norte-americano.Mesmo que o Brasil seja politica e economicamente uma grande força na região, dificilmente o país entraria na crise política hondurenha sem o respaldo de Washington.
A ousada decisão brasileira foi importante para neutralizar a ação do presidente da Venezuela, Hugo Chávez. No entanto, a tensão em Honduras está crescendo.
Na manhã de hoje, as forças de segurança cercaram a embaixada brasileira numa tentativa de forçar o Brasil a entregar Zelaya.
Mais do que isso, o governo de facto, liderado pelo presidente Roberto Micheletti, acusou o Brasil de interferir nos assuntos internos de seu país.
Mesmo que não se fale nada a respeito, os EUA podem estar agindo nos bastidores nesta crise política. Aliás, Honduras é um país dependente de Washington. Os norte-americanos respondem por 67% das exportações e 52% das importações hondurenhas.
Além disso, o sucesso de uma intervenção brasileira seria positiva para impedir a movimentação de Chávez e a consequente postura anti-americana que viria da Venezuela.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Monday, March 16th, 2009
O presidente dos EUA, Barack Obama, decidiu dar prioridade comercial ao livre comércio e ao acordo fixado com o Panamá. O anúncio foi feito pelo representante de Comércio Exterior norte-americano, Ron Kirk, que prometeu apoiar a aplicação do Tratado de Livre Comércio (TLC) com o Panamá, Colômbia e Coréia do Sul.Segundo o portal “América Econômica”, Kirk admitiu que são muitos os norte-americanos que não se beneficiam da liberdade comercial e os sócios comerciais “não respeitam as regras do jogo”.
Disse que o principal objetivo é assegurar a aplicação estreita das normas, incluindo as relacionadas aos estandartes trabalhistas e ambientais. Apesar desse otimismo, não será fácil para Obama viabilizar os TLC, devido a oposição de líderes sindicais e religiosos, que já enviaram cartas ao Congresso contra os tratados com Panamá, Colômbia e Coréia do Sul.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Thursday, January 29th, 2009
Estudo realizado pela empresa eCMetrics, na primeira quinzena de janeiro, em diversos países da América Latina indicou que os brasileiros são os que mais acreditam que o novo presidente dos EUA, Barack Obama, será capaz de tomar decisões que levem ao fim da crise econômica mundial.De acordo com a BBC Brasil, os latino-americanos, de forma geral, acreditam que a crise acabará durante a gestão Obama, com 77% dos entrevistados se dizendo otimistas.
46% dos brasileiros, porém, acham que o final da crise depende de ações específicas do novo presidente norte-americano, um pouco mais do que a média da região, de 39%. Por outro lado, a resolução da crise não depende apenas dos EUA, segundo 38% de entrevistados na região.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Sunday, January 25th, 2009
Apesar das nobres intenções do mandatário norte-americano Barack Obama, muitas interrogações ainda precisam ser respondidas. A afirmação foi feita pelo ex-presidente cubano Fidel Castro, que voltou a escrever, após mais de um mês, em um artigo divulgado ontem pelo jornal oficial Granma.Na última quarta-feira (21), a presidente argentina, Cristina Kirchner, reuniu-se com Fidel durante 40 minutos. Na ocasião,
ele disse que não guardava pessoalmente a menor dúvida sobre a honestidade com a qual Obama expressa suas idéias. No entanto, o ex-líder cubano questiona, em seu artigo, como poderia um sistema esbanjador e consumista por excelência preservar o meio ambiente.
O texto de Fidel aponta também a importância histórica para Cuba do fato de haver passado 10 presidentes na Casa Branca ao longo de 50 anos, durante os quais, apesar do imenso poder desse país, não haviam conseguido destruir a Revolução Cubana.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Saturday, January 10th, 2009
Com o objetivo de buscar uma aproximação entre Washington e os governos latino-americanos, o presidente eleito dos EUA, o democrata Barack Obama, telefonou na última quarta-feira (7) ao secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza.No entendimento de vários analistas de Washington, a chegada de um democrata à Casa Branca pode melhorar as relações com Caracas e colocar um fim ao embargo econômico imposto a Cuba, vigente desde 1962.
Obama contactou Insulza após o secretário da OEA haver desistido de concorrer à presidência do Chile, conforme o anúncio realizado no último dia 5, segundo as fontes diplomáticas consultadas pela agência Ansa.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Tuesday, November 11th, 2008
O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou que não prevê mudanças significativas na relação do governo dos EUA com a América Latina.Segundo a agência Efe, ele disse que ficou feliz com a vitória de Barack Obama, mas “não acredita que a política externa norte-americana mude muito”.
Como as prioridades dos EUA estarão ligadas a questões econômicas, guerra no Iraque e Afeganistão e os problemas no Oriente Médio, Correa deve utilizar o argumento de “manutenção” da atual política externa do governo Bush para justificar sua oposição a Washignton.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Monday, November 10th, 2008
A grande incógnita é saber qual será o relacionamento entre Barack Obama e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que durante a campanha manifestou sua preferência pelo democrata. Diferentemente dos republicanos que têm uma postura de confronto com o chefe de Estado venezuelano, Obama fala em mandar uma mensagem dos valores democráticos a Caracas sem intervencionismo, porém, por meio da cooperação.
A avaliação democrata é de que os erros cometidos pelo atual presidente dos EUA, George W. Bush, na região abriram espaço para sentimentos antidemocráticos expressados na Venezuela por Hugo Chávez.
Monday, November 10th, 2008
O maior protecionismo democrata em relação à economia, aliado a pouca simpatia que Barack Obama tem em relação aos TLCs (Tratados de Livre Comércio), tornam pouco viáveis a assinatura deste tipo de acordo com o Uruguai – hipótese levantada em 2007 após a assinatura do Acordo Marco de Comércio e Investimentos (Tifa em inglês). Além disso, os efeitos da crise financeira internacional sobre a economia uruguaia, tornam pouco atrativos o mercado local aos empresários norte-americanos, hoje, mais interessados na proteção de seus negócios.
Monday, November 10th, 2008
O Peru é um dos países que sofrerá poucas alterações em sua relação com os EUA. Como seu TLC (Tratado de Livre Comércio) já foi assinado, ele conta com o apoio de Barack Obama e dos democratas. Entretanto, as políticas mais intervencionistas do novo governo norte-americano podem criar algumas barreiras comerciais.