Nós, latino-americanos deveríamos ter mais responsabilidades do que qualquer cidadão do mundo. Nós somos do continente que deu uma arrancada. Não ficamos estagnados como a África e nem temos a história de prosperidade da Europa. O latino-americano, que ama seu país acima de tudo durante a Copa do Mundo, é o mesmo latino-americano que se não for obrigado a votar, não apareceria na urna no dia de votação. Lembremos que não há direitos sem responsabilidades, e na América Latina, nosso fracasso não pode ser à roda de discussão de europeus e americanos, mas deveria ser a nossa roda de discussão. Nossos intelectuais têm a obrigação moral e cívica de direcionar o brilhantismo que o destino lhes deu, para pensar no desenvolvimento do continente. Enquanto governos amadores, que confundem plano de governo com plano de poder forem eleitos por pessoas ingênuas e desinteressadas, nosso fracasso continuará a nos distanciar do mundo.
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