O ministro da Defesa uruguaio, Luis Rosadilla, informou que o adido militar da embaixada do Uruguai em Brasília e outros três oficiais, todos da Marinha uruguaia, foram afastados de suas funções por suposto envolvimento em compras irregulares de material naval.
Segundo a imprensa uruguaia, as compras irregulares tiveram início no ano 2000 e movimentaram até US$ 5 milhões de material para a Marinha, entre eles, uma grua hidráulica e um sistema para testes de motores.
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Comentário (0)O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu ao seu colega norte-americano, Barack Obama, a extradição do dono do Banco Federal, Nelson Mezerhane, que também é acionista da emissora Globovisión.
Segundo a agência Efe, pesa sobre o banqueiro um mandado de prisão internacional por causa de uma intervenção do Estado no Banco Federal em 14 de junho passado por problemas de liquidez.
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Comentário (0)A chancelaria chilena qualificou de “inaceitáveis” os termos com os quais o congresso venezuelano proibiu que senadores chilenos sejam observadores das eleições parlamentares a serem realizadas na Venezuela.
Segundo a agência Afp, o Ministério das Relações Exteriores do Chile, ressaltou em um comunicado que “os termos com os quais está redigido o Acordo da Assembleia Nacional da República Bolivariana da Venezuela, a linguagem ofensiva e inapropriada com a qual se refere ao Senado (do Chile) é inaceitável e não condiz com o respeito mútuo que deve existir entre instituições que representam poderes de Estado”.
O mandatário venezuelano disse que não permitirá a entrada de senadores chilenos como observadores nas eleições legislativas de setembro.
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Comentário (0)O presidente do México, Felipe Calderón, reconheceu que a insegurança pública é o principal desafio no país porque ameaça a liberdade, a democracia e a tranquilidade do povo mexicano, em discurso pronunciado após um ataque do narcotráfico com um carro-bomba.
Segundo a agência Efe, Calderón disse que é o momento de ver “como conseguir um México seguro porque a ameaça a segurança é onde está a maior ameaça a liberdade conquistada”.
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Comentário (0)O chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, reiterou o desejo de Rafael Correa em estar presente na cerimônia de posse do presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, que assumirá o governo no próximo dia 7.
Patiño disse que a chancelaria espera apenas um convite pessoal ao mandatário. Até o momento, o Ministério das Relações Exteriores do Equador recebeu uma circular padrão, que foi enviada a todos os chefes de Estado e de Governo.
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Comentário (0)Os líderes de oposição de cinco dos nove departamentos da Bolívia anunciaram que pretendem formar um “movimento nacional” contra a Lei de Autonomias e Descentralização, que irá regular o sistema de autonomia.
Segundo a agência Ansa, a Lei Marco de Autonomias e Descentralização, aprovada pela Assembleia Legislativa Plurinacional, prevê vários níveis de autonomia e poderes, o que, na prática, pode conduzir a uma descentralização do poder nos departamentos, o que não é aceito pelos opositores.
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Comentário (0)Dois partidos aliados ao presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, terão 50 das 102 cadeiras do Senado, indicou o Conselho Nacional Eleitoral (CNE).
Segundo a agência Afp, o Partido Social de Unidade Nacional (a U, direita), que lançou a candidatura presidencial de Santos e é o maior da coalizão que apoia o atual presidente Alvaro Uribe, se tornará a principal força da Câmara Alta, com 28 senadores, informou o CNE em comunicado.
O Partido Conservador, um dos dois tradicionais do país e também integrante da coalizão de governo, terá 22 cadeiras no Senado a partir de 20 de julho. O Partido Liberal (PL) contará com 17 senadores.
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Comentário (0)O chanceler uruguaio, Luis Almagro, afirmou que seu governo está próximo de chegar a um acordo com a Argentina sobre o controle conjunto do Rio Uruguai, sugerido pela Corte Internacional de Justiça.
Ele declarou que ainda faltam alguns detalhes técnicos para ajustar, mas que os argentinos deram uma boa base com sua proposta.
No dia 29 de junho, Buenos Aires entregou uma sugestão sobre o caso a Montevidéu, que respondeu seis dias depois.
De acordo com o diplomata, os detalhes que faltam se ajustam praticamente em sua totalidade à proposta da Argentina.
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Comentário (0)O governo Cristina Kirchner enfrenta um momento político e econômico bastante conturbado. Além da oposição dos exportadores de grãos (insatisfeito com a tentativa do governo em aumentar impostos sobre as exportações), o Kirchnerismo pediu a maioria parlamentar que tinha no Congresso nas eleições legislativas do ano passado.
Em meio a isso, a mandatária argentina comprou uma briga ao utilizar reservas do Banco Central para pagar dívidas e tentar recuperar a credibilidade junto ao mercado financeiro.
Embora a decisão tenha sido aprovada pela Justiça após uma intensa batalha Jurídica, a oposição questiona a legalidade da medida pois ela ainda não foi aprovada pelo Congresso.
Com um ambiente de tenta conturbação, os questionamentos a presidente Cristina Kirchner crescem. Hoje, a aprovação do governo é inferior a 30%, fato que deixa o Kirchnerismo com problemas na sucessão presidencial de 2011.
Com Cristina desgastada, resta ao governo lançar o nome do ex-presidente Néstor Kirchner. Entre seus principais adversários estão o também ex-presidente Eduardo Duhalde, o prefeito de Buenos Aires, Maurício Macri, e governador de Santa Fé, Carlos Reutemann.
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Comentário (0)O presidente Sebastián Piñera planejava um governo de muitas realizações, prinicipalmente na gestão e geração de empregos. Piñera, é o primeiro chefe de Estado que não pertence a Concertación (coalizão de centro-esquerda que governou o Chile de 1990 e 2010). No entanto, o terremoto que atingiu o país mudou sua agenda de governo.
A partir de agora, a prioridade do presidente é com a reconstrução do país. Com criticas pontuais a ex-presidente Michelle Bachelet (elevados gastos, por exemplo), Piñera veem adotando uma forma de governo que é vista positivamente pela população chilena.
Hoje, segundo as últimas pesquisas, 52% avaliam bem seu governo. Mais do que isso, aprovam sua atuação como presidente.
Apesar do início promissor, há muitos desafios para Piñera. Ao que tudo indica, o presidente terá que dedicar seu mandato a reconstrução do Chile.
Se for bem sucedido, se firma como uma grande liderança. Caso contrário, poderá abrir as portas para o retorno da Concertación daqui há quatro anos, principalmente se os programas sociais do governo Bachelet naufragarem.
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